Sinopse: Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Título: A Culpa é das Estrelas |Autor (a): John Green |Páginas: 288 |Editora: Intrínseca |Ano: 2012 |Classificação: 5/5 ♥ | SKOOB
Resenha: Ao iniciar a resenha eu tentei lembrar o motivo para eu ter
comprado o livro. Lembro que muitas pessoas estavam indicando-o e que a relação
com ele era de amor ou ódio: muitas pessoas elogiavam demasiadamente, mas
outras simplesmente detestavam. Geralmente, quando um livro provoca esse tipo
de antagonismo extremo nos leitores significa que ele tem o “poder” de mexer
com as emoções das pessoas.
Apesar de não ter me apaixonado pela capa, a história
simplesmente me encantou. Então, vamos a ela...
Hazel Grace foi diagnosticada com câncer de tireoide em
estágio IV aos treze anos. Desde então, ela passou por cirurgia, radioterapia e
quimioterapia para diminuir os tumores no pulmão. Esses métodos não foram
eficazes e agora, aos dezesseis anos, Hazel sobrevive devido ao uso da
droga Falanxifor que reduz a metástase do tumor.
Para agradar a mãe, que acredita que a filha está deprimida,
Hazel frequenta um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer. Para ela, o grupo é
totalmente deprimente o que não a ajuda em nada.
― Ia ao Grupo de Apoio pelo mesmo motivo que uma vez deixei enfermeiras com um ano e meio de faculdade me envenenarem com substâncias químicas de nomes exóticos: queria fazer meus pais felizes. Só tem uma coisa pior nesse mundo que bater as botas aos dezesseis anos por causa de um câncer: ter um filho que bate as botas por causa de um câncer.
Até que em uma das reuniões ela conhece Augustus Waters, um
rapaz charmoso com dezessete anos que está curado de um osteossarcoma há um ano
e meio. Eles vão se conhecendo e criando uma relação profunda e verdadeira.
Ambos são irônicos, têm um ótimo senso de humor e compartilham o mesmo desejo
de conhecer o autor do livro favorito de Hazel: Uma Aflição Imperial.
Apesar dos esforços da jovem, que se considera uma granada
prestes a explodir, Gus não a abandona e se torna tudo o que Hazel precisava
para viver o seu infinito feliz.
― Você sabe que tentar me manter à distância não vai diminuir o que eu sinto por você – ele disse.― Talvez? – falei― Todos os esforços para me proteger de você são inúteis – ele disse.
A Culpa é das Estrelas é um livro absurdamente emocionante.
Mostra a vida real de uma paciente com câncer sob a perspectiva de uma
adolescente que, apesar de ter vivido tão pouco, sabe que não terá muito tempo
de vida.
O leitor ri, chora, fica com raiva, sofre os medos e angústias
da personagem e, posso dizer que aprende a valorizar cada minuto da sua vida.
Ao terminar a leitura eu estava extasiada, chocada, emocionada
e, principalmente, com muitas lágrimas nos olhos. Não me arrependi em nenhum
momento por ter lido e, apesar de muitas críticas eu aprovei o final que o
autor escolheu. Nem preciso falar que o recomendo de olhos fechados!!!
― Alguns infinitos são maiores que outros (...). Queria mais números do que provavelmente vou ter. Mas Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dia numerados, e sou muito grata por isso.
Assista ao trailer do filme
Um beijo e até a próxima!


