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[Resenha] Nunca Olhe Para Dentro- Amanda Ághata Costa


      Sinopse: Nem sempre a vida é colorida como um quadro ou suave como uma pincelada, às vezes é o contrário de tudo isso. Depois de perder os pais em um acidente de carro aos oito anos de idade, a única coisa que Betina precisa fazer é encontrar o responsável por ter destruído sua família na noite que daria início à sua próspera carreira como pintora. Agora longe dos pincéis e das paletas, ela está focada em terminar a primeira graduação e procurar na justiça um pouco de consolo para o caos que o seu passado ainda traz. Ao lado de seus amigos e sob o teto de uma tia que a detesta, ela perceberá de que cores as pessoas são feitas, e do quanto é realmente necessário olhar para dentro de tudo aquilo que a assombra, mesmo que para isso precise passar por uma inesperada decepção.




Título: Nunca Olhe para Dentro|Autora: Amanda Ághata Costa|Páginas: 482|Ano: 2017 |Classificação: 4,5| SKOOB

Resenha: Normalmente, comento nas resenhas o quanto admiro os livros que mexem com minhas emoções e traz algum ensinamento para minha vida. Nunca Olhe Para Dentro pode parecer mais um clichê, num primeiro momento, mas a verdade é que ele é um livro sensível, com personagens únicos, uma história única e com um importante alerta para nós. Se eu gostei desse nacional super aguardado? Eu amei e agora estou me sentido amarela, azul, branca, verde e, por que não, laranja?



[Primeiras Impressões] Nunca Olhe para Dentro- Amanda Ághata Costa


      Sinopse: Nem sempre a vida é colorida como um quadro ou suave como uma pincelada, às vezes é o contrário de tudo isso. Depois de perder os pais em um acidente de carro aos oito anos de idade, a única coisa que Betina precisa fazer é encontrar o responsável por ter destruído sua família na noite que daria início à sua próspera carreira como pintora. Agora longe dos pincéis e das paletas, ela está focada em terminar a primeira graduação e procurar na justiça um pouco de consolo para o caos que o seu passado ainda traz. Ao lado de seus amigos e sob o teto de uma tia que a detesta, ela perceberá de que cores as pessoas são feitas, e do quanto é realmente necessário olhar para dentro de tudo aquilo que a assombra, mesmo que para isso precise passar por uma inesperada decepção.




Título: Nunca Olhe para Dentro|Autora: Amanda Ághata Costa|Ano: 2017 

Primeiras Impressões: Quando a Amanda me enviou os primeiros capítulos de Nunca Olhe Para Dentro eu fiquei super feliz porque a escrita dela é maravilhosa. Depois de ter lido o primeiro livro da autora, “A Escolhida”, eu fiquei com vontade de ler tudo o que ela escrevesse, então vocês já conseguem imaginar como estavam altas as minhas expectativas para fazer essas primeiras impressões do seu mais novo lançamento. Mas, como todo mundo sabe, criar expectativa, dificilmente, é algo bom porque a chance de nos decepcionarmos é grande. Contudo, quando a questão for ler alguma obra da Amanda, eu vou continuar criando expectativas! Ela é uma das melhores autoras nacionais contemporâneas com toda certeza e os primeiros capítulos de Nunca Olhe Para Dentro só confirmou isso, mais uma vez.


Logo no prólogo eu já percebi uma coisa: esse livro vai me fazer chorar. Um dos gêneros literários que eu mais gosto é o drama em um bom romance porque é nesse tipo de história que eu mais mergulho e permito que as emoções dos personagens se misturem com as minhas. Betina, a protagonista do livro, é uma personagem sensível que vê as situações e classifica o humor das pessoas através das cores. Também não era para menos, com apenas 8 anos ela tem um dos seus quadros expostos em uma exposição de arte, passando a ser chamada “A Garota Prodígio de Ostala”. Tudo estava perfeito naquele dia. Sua arte, as cores em sua volta, sua felicidade, seus queridos pais... até que um grave acidente de trânsito acontece e ela deixa de ser a menina Laranja para se tornar a menina Cinza.
“Cada emoção representa uma cor na minha mente. Automaticamente, filtro o humor e os comportamentos de uma pessoa, transformando-a em diferentes tons”.

Doze anos se passam. Doze anos sendo órfã, vivendo o luto pela morte dos pais, abandonando sua arte e vivendo sob tutela de sua tia Cecília, a pior pessoa que ela já conheceu na vida. Vocês já conseguem perceber o quanto essa menininha sofreu. Apesar disso, ela se tornou uma mulher bondosa e com caráter. É com a ajuda dos amigos e tendo a faculdade de Psicologia como refúgio que ela consegue aguentar todas as ofensas da tia e toda sua vida sem cor. Para ela, a chance de voltar a viver só aparecerá quando ela descobrir quem causou o acidente que tirou a vida dos seus pais e é por isso que ela vive em uma incansável busca por respostas. Mas como buscar essas respostas sem lembrar do passado? Ela encontrou uma solução: Nunca Olhar para Dentro!
 “A grandeza é altruísta e vem de dentro, mas é impossível algo assim brotar em um lugar vazio e frio. Os grandes nunca precisaram provar nada para ninguém. Eles simplesmente eram gigantes”. 

Até esse momento eu já me sentia totalmente envolvida pelas páginas do livro e mergulhada no mundo de Betina. Mas é quando ela vai para seu primeiro dia de estágio em um hospital que o leitor, provavelmente, vai torcer ainda mais para que a sorte de Betina mude. Isso tudo porque ela vai conhecer um médico lindo que tem tudo para ser a pessoa que vai mexer com suas estruturas. Afinal, essa menina já sofreu muito na vida e merece receber amor. E é aí que os primeiros capítulos da amostra que a autora me enviou chegaram ao fim. Estou muito ansiosa para continuar com essa leitura que, mesmo no início, já é super fluida e envolvente. 
“Alguns pensam através de situações, eu penso através de cores”.


Normalmente, eu costumo ter dificuldade em fazer Primeiras Impressões aqui no blog porque é difícil falar só sobre o início de um livro. Mas, estou tão empolgada com essa leitura que vocês já devem ter percebido o quanto eu já estou amando essa história. Como eu já disse, a Amanda escreve super bem e, uma das coisas que eu mais admiro nela é a sua capacidade de criar tão bem a personalidade dos personagens e nos fazer senti-los como nossos amigos. Lendo um livro da Amanda eu me sinto parte da história e acredito que é isso que todo leitor deseja, né?

Vou parar por aqui porque minhas primeiras impressões ficou maior do que eu imaginava. A ótima notícia é (Rufem os Tambores!!): Nunca Olhe para Dentro vai ser lançado dia 3 de outubro (Amanhã) na Amazon!! Aproveitem para adquirir o seu!!
“Eu aprendi que o verdadeiro sucesso não se trata de contar quantas vezes as coisas dão certo, mas saber aproveitar mesmo quando elas não dão”.

Um beijo e até a próxima!

Sejamos Todos Feministas | Chimamanda


Olá, leitores! Tudo bem com vocês?

Fiz essa leitura há um mês e me surpreendi muito com a abordagem da autora Chimamanda. Esse foi meu primeiro contato direto com o feminismo e gostei bastante do que li. 

Vem conversar comigo sobre essa obra!




Se você gostou do vídeo, não esquece de passar no YouTube para deixar seu curtir e se inscrever no canal. Assim você não perderá nenhuma atualização ;)

Um beijo e até a próxima!

O Morro dos Ventos Uivantes | Versos e Notas


Olá, leitores!!

Como vocês estão?

Depois da resenha escrita, trago hoje a resenha em vídeo. Espero que vocês curtam a conversa!


Ps. Se vocês gostarem do vídeo, não esqueçam de clicar em curtir e se inscrever no canal! :)

Um beijo e até a próxima!

[Resenha] O Morro dos Ventos Uivantes- Emily Bronte


            O Morro dos Ventos UivantesSinopse: "O Morro dos Ventos Uivantes" é uma história de amor. Cruel e apaixonante. Suas páginas exalam um força terrível e um sensualismo explosivo, quase explícito. E mais: ódios arraigados, paixões além da morte, sadismo, exploração e abuso infantil, descrições brutais e sem contemplação para com os defeitos e traumas humanos, recheadas de cenas de tortura mental e violência física. Não por acaso, a primeira reação à obra foi de rejeição: os ingleses não entenderam nem apreciaram aquela mistura de romantismo desbragado, realismo cru e trama complexa. Nem acreditaram que tivesse sido escrita por uma mulher que, para poder publicar, utilizou um pseudônimo masculino. Em 1827! Aliás, até mesmo hoje não é tão fácil entender Emily Bronte e o furacão que carregava dentro do seu corpo miúdo e frágil. Criada em uma austera e rígida família protestante, sem quase nunca ter saído de sua casa na miserável cidadela de Haworth, Emily era a mais retraída de uma trinca de irmãs que fez história e marcou época. Anne, Emily e Charlotte Bronte, cada uma a sua maneira e com seu estilo próprio, escreveram e publicaram, com resultados variados. Enquanto a obra de Emily era rejeitada, "Jane Eyre" de Charlotte, que num primeiro momento sequer foi aceita pelo mesmo editor que publicou Anne e Emily, emplacou e, de repente, tornou-se um enorme sucesso. Emily Bronte morreu em 1928, com apenas trinta anos, sem sequer imaginar que chegaria a ser considerada melhor escritora que suas irmãs, nem que "O Morro dos Ventos Uivantes" seria consagrado como um dos romances mais importantes da literatura inglesa e mundial. Heathcliff é uma dessas personagens marcantes que se agarra a nossa memória e se torna impossível de ser esquecida, assim como um Capitão Ahab, de Herman Melville em "Moby Dick", ou um Robinson Crusoé de Daniel Defoe, a machadiana Capitu ou o atormentado Hamlet de Shakespeare. Tormentos não faltam para Heathcliff. Foi levado para o solar dos Earnshaw aos sete anos, resgatado das ruas de Liverpool, quase morto de fome e fadiga. De imediato, se estabelece uma relação de amor-ódio entre ele e os irmãos Cathy e Hindley Earnshaw.Os maus-tratos, o tratamento injusto e diferenciado, as diferenças de classe social e educação tornam praticamente inviável a coabitação entre seres tão díspares. Ao longo dos anos, à medida em que crescem, as tendências íntimas de cada um afloram, predominam e explodem: a indolência e brutalidade de Hindley, a forte mas indecisa personalidade de Cathy e a quase selvageria de Heathcliff, encerrada em uma caixa de mutismo e isolamento.O clima mórbido e barroco da casa Earnshaw, localizada no morro eternamente cortado pela ventania, é o palco para as terríveis cenas da morte de Cathy e a consumação da morte-em-vida de Heathcliff, que passa a dirigir todo o seu amor-desespero-ódio para sua filha, também chamada de Cathy.Mais tabus românticos esmigalhados por Emily Bronte: a heroína morre no meio da história! (isso é revelado desde as primeiras páginas, portanto não precisa se preocupar: não estou soltando nenhum segredo da trama). Nunca sabemos se o "herói", Heathcliff, realmente é uma vítima digna de dó ou um algoz inconseqüente. E o final... bem, só se pode dizer que não é nada simples.Os ingleses da época de depararam com aquilo e ficaram se perguntando, perplexos: onde estava o maniqueísmo simplista e moralizador? Como distinguir os "bons" e os "malvados"? Como classificar uma história que não é realista e não se pretende ser um retrato de costumes e, ao mesmo tempo, não se insere dentro do formato esquematizado do romantismo piegas?


Título: O Morro dos Ventos Uivantes|Autora: Emily Bronte |Editora: Nova Cultural|Páginas: 286|Ano: 2002 |Classificação: 3,5/5SKOOB

Resenha: Muitos dizem que O Morro dos Ventos Uivantes é um livro que, das duas uma: ame ou odeie. Agora imaginem vocês que eu permaneci sem saber o que dizer sobre a obra durante toda a leitura. Ao finalizá-la, pensei bem sobre tudo o que li naquelas páginas e cheguei à conclusão que sou uma exceção a maioria porque não amei e nem odiei o livro.


Contos da autora Amanda Ághata Costa


Olá, leitores!

Hoje vou trazer resenha de dois contos da Amanda Ághata Costa, a mesma autora do livro A Escolhida (um dos meus livros de fantasia favoritos) 💓

Espero que gostem!

[Tag Literária] E Os Bridgertons Viveram Felizes para Sempre


Olá, leitores!

Eu não fui indicada para responder essa tag, mas quando eu a vi no blog Balaio de Babados, da querida Luiza, eu não resisti e hoje vou respondê-la por aqui. A tag foi criada pelo blog Silêncio Contagiante e consiste em responder algumas perguntinhas sobre minha série de romances de época favorita: Os Bridgertons 😍
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